O tumulto começou quando Guardas Civis Municipais abordaram alguns jovens no Vale do Anhangabau, palco do Natal Solidário. A abordagem de moradores de rua não é função da GCM, mas não só acontece diariamente, como não são poucos os relatos de abuso e truculência.
Quem participava do evento natalino tentou dialogar e impedir a ação da GCM, que reagiu com armas em punho contra cidadãos desarmados, cassetadas aleatórias e gás de pimenta nos olhos de quem estivesse pela frente. Entre as vítimas da arma química estavam o secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, e a vereadora Soninha.
Na próxima sexta-feira (19) acontece um ato de repúdio à violência policial praticada diariamente contra a população em situação de rua, catadores de material reciclável, crianças em situação de risco, camelôs, movimentos por moradia e mulheres marginalizadas. O ato acontece a partir das 13h, no Pateo do Colégio.



3 Comments
Nós somos todo o dia massacrados por autoridades incompetentes e esse certamente é mais um caso. No caso a palavra incompetência é a falta de aptidões que esses guardas tem, pois nunca foram treinados para tal. A população de rua tem em quase 50% dos casos algum tipo de sofrimento psíquico (esse é o termo politicamente correto) e em quase 70% dos casos usam algum tipo de droga (lícita ou ilícita).
Esses problemas que eles têm desautoriza mais ainda o uso de violência. Eles precisam de acolhimento por parte da sociedade e não de mais violência.
Pois é, aqui autoridade anda angredindo até autoridade..
http://www.mountainbikebh.com.br/blog/?p=56
… imagina nós civis…
http://www.cebraspo.com.br/Boletins/58/05.htm
Triste!!!
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