
O espaço, que poderia ser usado tanto para a convivência quanto para o deslocamento de pessoas, foi invadido por duas pistas de rolamento, um “valet park” e viaturas da polícia.
O fechamento da Florêncio de Abreu para as pessoas foi a terceira morte de um calçadão executada pela atual administração.
Outro trecho do largo era (e continua sendo) utilizado pelo valet park da igreja para embarque, desembarque e estacionamento de carros particulares durante casamentos, batizados e afins.

Ou será que alguns setores da administração municipal e da sociedade só consideram vivos aqueles que consomem?



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