Que atire a primeira carteira de motorista quem acha que não existe corrupção no Detran.
-
multimídia
-
em movimento
-
busca
-
microblog
-
abas
- articulações (613)
- bicicletas (553)
- cenas (403)
- cidades (im)possíveis (316)
- compre congestione polua (132)
- guerra é paz (160)
- massa crítica (302)
- pedestres e cadeirantes (132)
- são paulo (524)
- toward carfree cities 2008 (23)
- toward carfull cities 2007 (45)
- transporte público (78)
- Uncategorized (167)
-
mensal
-
boa vizinhança
- 10porhora
- arte bicicleta mobilidade
- as bicicletas
- bicicletada
- bicicletada belém
- bicicletada curitiba
- Bicicletada de Maceió
- bicicletada df
- blog transporte ativo
- ciclo br
- classe média way of life
- cmi brasil
- consume hasta morir
- dada radio
- ecologia urbana
- escola de bicicleta
- falanstério
- ferrovias do brasil
- gira-me
- grupo transporte humano
- igual você
- in transitu
- livros e bicicletas
- massa crítica – poa
- menos um carro
- milton jung
- nowtopian
- o bicicreteiro
- one big torrent
- outras vias
- panóptico
- passeios de bicicleta (sp)
- pedalante
- pedalinas
- psico-ambiental
- quintal
- recicloteca
- renata falzoni
- san francisco critical mass
- sinal de trânsito
- stimulator
- tarifazero.org
- tc urbes
- the official god faq
- urbanamente
- volvo in oppidum
-
ongs e associações
-
pelo mundo
-

outros sítios

3 Comments
Muitos desses “serviços” na verdade não se baseiam na corrupção do Detran propriamente dita (propinas etc.).
Quando você é multado, é muito fácil transferir a multa para outra pessoa, qualquer pessoa. Basta preencher uns campos que vêm na própria multa e mandar pelo correio.
Várias dessas “empresas” que livram as pessoas das multas se baseiam nisso. Eles têm um exército de laranjas, com carteira de motorista (talvez tirada com algum “jeitinho”), que assumem as multas e ganham uma graninha…
Como diria um amigo, “ê, Brasil”…
Bruno
Esqueci de dizer: apesar do que eu disse acima, infelizmente todos sabemos que existe, sim, corrupção no Detran…
Bruno
Altamente pertinente as suas considerações, caro ombudsman.