Você tem medo de quê? Dos “ataques do PCC” ou de ser parado pela Rota às 2 da manhã?
-
multimídia
-
em movimento
-
busca
-
microblog
-
abas
- articulações (613)
- bicicletas (553)
- cenas (403)
- cidades (im)possíveis (316)
- compre congestione polua (132)
- guerra é paz (160)
- massa crítica (302)
- pedestres e cadeirantes (132)
- são paulo (524)
- toward carfree cities 2008 (23)
- toward carfull cities 2007 (45)
- transporte público (78)
- Uncategorized (167)
-
mensal
-
boa vizinhança
- 10porhora
- arte bicicleta mobilidade
- as bicicletas
- bicicletada
- bicicletada belém
- bicicletada curitiba
- Bicicletada de Maceió
- bicicletada df
- blog transporte ativo
- ciclo br
- classe média way of life
- cmi brasil
- consume hasta morir
- dada radio
- ecologia urbana
- escola de bicicleta
- falanstério
- ferrovias do brasil
- gira-me
- grupo transporte humano
- igual você
- in transitu
- livros e bicicletas
- massa crítica – poa
- menos um carro
- milton jung
- nowtopian
- o bicicreteiro
- one big torrent
- outras vias
- panóptico
- passeios de bicicleta (sp)
- pedalante
- pedalinas
- psico-ambiental
- quintal
- recicloteca
- renata falzoni
- san francisco critical mass
- sinal de trânsito
- stimulator
- tarifazero.org
- tc urbes
- the official god faq
- urbanamente
- volvo in oppidum
-
ongs e associações
-
pelo mundo
-
outros sítios

13 Comments
Pora, com certeza da Rota.
de nada, quando os monstros atacam
(de um ou outro lado) me escondo em meu abrigo anti-nuclear e esgoto as reservas de vinho, camarão e chocolate… duro é aguentar os mexicanos do tipo americanos (partes I, II e III).
pena que o feriado durou pouco!
Dos ataques do PCC, claro. Que eu saiba o pessoal da rota morreu a rodo para defender babacas como você.
Ô esquerdinha estúpida essa do Brasil, dá dó.
Me desculpe, sei que aqui não é o lugar certo pra se discutir isso mas achei que era a maneira mais rápida de chegar à vc meu caro amigo luddista,é só uma pergunta: seria possível, bloquear a opção de comentário anônimo?
Eu acho de uma idiotice profunda e de uma falta de coragem absurda entrar em uma comunidade, fórum, ou seja lá oque for e falar oque pensa sem mostrar a cara. assim fica facil ser da direita estúpida.
Clayton
Clayton, até é possível bloquear os comentários anônimos, mas isso exigiria registro de quem comenta no blogger, o que pode ser desconfortável para alguns.
No mais, não vale a pena se gastar energia com quem tem como argumento a agressividade gratuita e como postura de discussão o ataque anônimo. Melhor ignorar e deixar ele continuar acreditando que o mundo se divide apenas em esquerda e direita, preto e branco, certo e errado…
oops… quis dizer mexicanos do tipo norte-americanos (há pior?),
mas os intervalos foram bem divertidos (me desculpem a piada interna).
direita ou esquerda? prefiro seguir em frente, essa conversinha
me dá sono… mas para os anônimos tão preocupados com os q morreram a rodo, eu conto um dos fatos não noticiados (por motivos óbvios):
em resposta a morte de um bombeiro (pm) metralharam imediatamente um civil, ali no mesmo local. suspeito? talvez, mas carregava apenas um pacote de bolachas pela metade e um papel com um endereço anotado… em uma e outra mão.
eu tenho medo é de gente.
Considerando que quem defende bandido pode ter alguma relação com eles, o anonimato é mais seguro.
E desde quando Luddista é identificação? Ou clayton? Que clayton? Clayton, o censor, claro. Mas quem é? E gira quem é? A pomba? Somos todos anônimos!
Não falei da esquerda como um todo, mas dessa que não respeita as instituições com a qual você se identifica claramente.
Quanto à agressividade, agressiva mesmo foi igualar uma classe profissional à bandidagem.
Quanto à suposta morte de um suposto inocente, como você pode ser tão rápido, leviano em julgar sem ter o mínimo de dados? E se o policial tiver mesmo errado e matado um inocente? Isso coloca todo o corpo policial contra os cidadãos? E mesmo esse policial, tinha que ser infalível? Fácil julgar covardemente, sem dados, de trás de seu computador tomando Nescau.
Eu tenho medo é dessa esquerdinha.
medo mesmo eu tenho é da tv
Eu tenho medo mesmo é de rótulos. E de generalizações.
Ah, e da TV também.
Eu tenho medo mesmo é de rótulos. E de generalizações.
Ah, e da TV também.
noossa desculpa eu começar essa zona , mas só e somente assim para se discutir algo dessa grandeza, acho eu!!
Caro anônimo, finalmente argumentos.
Também tenho medo de rótulos e de generalizações. “essa esquerda que não respeita instituições”… bobagem… Eu respeito as instituições (como a polícia) até porque sou obrigado a respeitá-las para viver em sociedade. Quem pratica o desrespeito são as instituições: a polícia, a Justiça, os “representantes”, a imprensa… Esses, em geral, me desrespeitam cotidianamente.
Não pretendo fazer apologias nem panfletos com meus textos. Como diria Tom Zé, a burrice anda pela direita e anda pela esquerda e está espalhada em panfletos, palavras de ordem, manuais, livros, jornais, pronunciamentos e teses acadêmicas.
Nâo disse “viva os bandidos que estão matando policiais”. Bobagem acreditar que isso transforme a sociedade em algo melhor. No entanto, o que procuro é apenas sair do senso comum, da opinião pasteurizada do jornal, da TV e dos círculos classe média “opinião pública” (nos quais convivo).
Tomando copos de Toddy, pretendo apenas contestar o senso comum que me assusta, que pode levar a estados totalitários, facistas (como já levou na alemanha de Hitler e nos EUA de Bush, onde a guerra está acima dos direitos). No mais, são opiniões e ninguém precisa concordar com elas.
Só que para viver em sociedade, não dá pra agir como a Rota em suas abordagens (não comigo, que sou branco, classe média, mas com o pobre, negro) nem como os bandidos em seus ataques. Não dá pra enfiar uma arma na cabeça ou jogar uma bomba para depois dizer: “olha, escuta aqui, acho isso”. E foi o que você fez.
Para terminar: sim, mesmo branco, classe média e tomador de leite, eu tenho medo da polícia. E se você perguntar na rua, boa parte da população tem. E acho um absurdo tremendo uma sociedade que tem medo da polícia, acho triste, lamentável. Dos bandidos, é pressuposto que tenhamos medo, mas eles não usam uniforme, então prefiro apenas não bobear nas ruas, pois rejeito viver em estado de paranóia, com medo do inesperado.
A polícia brasileira não é cidadã, não serve para defender os interesses da cidadania. Ela caminha neste sentido, mas ainda está muito longe. A polícia brasileira serve para defender, essencialmente, a propriedade e o Estado (que, no Brasil, são praticamente a mesma coisa). Isso, é claro, não coloca todos os policiais no mesmo saco, mas a crítica é à instituição.
Voltando ao trânsito com um exemplo banal: tente dizer para um policial que tem o carro estacionado desnecessariamente em cima da calçada que, como cidadão, você não acha a postura dele correta….
Enfim, já virou um tratado, então paro por aqui…
Uma leitura interessante sobre este assunto (na minha opinião) é “The (Un)rule of Law and the Underprivileged in Latin America”.
Se alguém se interessar:
Juan E. Mendez, Guillermo O’Donnell & Paulo Sergio Pinheiro, eds., The (Un)rule of
Law and the Underprivileged in Latin America (University of Notre Dame, 1999).