Transporte do século XIX ou do século XXI?


(Hofgarten, um parque maravilhoso)

Tempinho bem paulistano em Munique. Garoa fina, meio frio e o sol aparecendo de vez em quando. Nada que impeça o uso do transporte favorito da cidade.


(paraciclo na Marienplatz)

Por falar em bicicletas, elas estão em toda parte. São muitas, de todos os modelos e cores, usadas por pessoas de todas as idades e tipos: de punks a executivos, de idosos a recém nascidos.Além da rede impecável de ciclovias, as magrelas contam com estacionamento em toda a cidade. Paraciclos ou bicicletários em todas as estações de trem e metrô.


(começo do calçadão na Maffeistrasse)

O centro histórico da cidade é inteiro excluviso para pedestres. Em uma pequena parte dos calçadões, o espaço é dividido com os bondes.

Sim, Munique tem bondes! Eficientes, limpos, movidos a energia elétrica, não poluentes e integrados com os demais meios de transporte. Coisa de país atrasado, né? Moderno é tirar os trilhos e abrir espaço para pontes, viadutos e avenidas…

8 Comments

  1. Gunnar
    Posted 10/08/2007 at 10h30 | Permalink

    Pois é. Coisa de país atrasado. Por isso que a Alemanha tá essa porcaria e o Brasil está tão bom. E melhorando: cada vez mais praças e áreas antes dedicadas às pessoas são sacrificadas ao Deus Carro. A pracinha do Batel já era.

  2. Anderson
    Posted 10/08/2007 at 10h55 | Permalink

    Só pelas imagens do post, dá para se ter uma idéia da qualidadede vida dos Alemães. Isso é na Europa como um todo. Por que aqui tem de ser diferente? Estamos anos-luz atrás e pelo andar da carruagem (ou seria carroça mesmo, :o) ) vamos continuar assim. É preciso fazer muito e que comece por cada cidadão.
    Um Abraço

  3. Charô
    Posted 10/08/2007 at 15h47 | Permalink

    Gunnar, disse tudo!

  4. Anonymous
    Posted 10/08/2007 at 18h16 | Permalink

    Gunnar: pergunte a qualquer morador do Batel se ele trocaria o carro por uma bicicleta.

    Os moradores do Batel nunca usaram aquela praça, aposto que eles sabem o nome de todos os shoppings da região, mas o nome da praça, eu duvido.

    Essa novela da pracinha do Batel é só lágrima de crocodilo (ou de cebola).

  5. Gunnar
    Posted 13/08/2007 at 13h46 | Permalink

    Anônimo, não entendi o seu comentário. Estamos falando da mesma coisa? Enfim, vou tentar responder.

    1. O que os moradores do Batel pensam ou deixam de pensar pouco me importa. Só sei que uma praça foi cortada no meio para dar passagem aos carros.

    2. Não que eu freqüentasse a praça. Não que ela seja importante. Apenas que esse fato, no contexto de muitos outros, aponta claramente o tipo de filosofia que impera em nossa administração pública, com plena conivência e até apoio da população.

  6. advinhe
    Posted 28/05/2009 at 14h51 | Permalink

    detesto voces

  7. Posted 28/05/2009 at 18h04 | Permalink

    Já adivinhei, é o Zorak: http://www.youtube.com/watch?v=2QeTAfhQaUc

  8. privado
    Posted 03/01/2011 at 20h36 | Permalink

    Fds andamos aki andar tipo toscos o brasil ta muita bem agora e este país n fas nd para melhorar