[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=rz9fS2FpPPc]
[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=tLanCQDmPAI]
As entrevistas com os candidatos a prefeito foram feitas por André Pasqualini e Felipe Aragonez (clique nos nomes para ver o relato deles sobre as entrevistas). Nos links desta postagem do Ecologia Urbana, os programas de governo dos dois candidatos para a área dos transportes (por causa da lei eleitoral, os links não estão ativos no sábado e no domingo).
De maneira geral, o entendimento sobre as questões relativas a mobilidade urbana é mínimo, e a disposição para reverter os estragos causados pelo automóvel ainda é pra lá de tímida, para não dizer totalmente condicionada à visão automobilista muito bem ilustrada pela charge usada pelo Felipe.
A postura do “fazedor de obras” prevalece nos discursos e as “propostas para a bicicleta” continuam repetindo o mantra “precisamos construir ciclovias para depois incluir o ciclista”.
A integração da bicicleta na cidade depende também (mas não exclusivamente) da construção de ciclovias.
As iniciativas de valorização dos espaços e direitos das pessoas, de resgate do espaço perdido para o automóvel e de reversão da imobilidade e da agressividade nas ruas, no entanto, podem passar bem longe dos canteiros de obras.
Fragmentar estas políticas e confundir bicicleta com ciclovia é perder não apenas a chance de fazer algo para quem já utiliza bicicleta, como também oportunidade de ação efetiva sobre a qualidade de vida e sobre os paradigmas de convivência e uso do espaço urbano.
Na carrocracia paulistana, a mudança no modelo de cidade representada pela inclusão efetiva dos ciclistas, pedestres, cadeirantes e passageiros de transporte coletivo na categoria de cidadãos ainda é lenta.
Existem diferenças entre as candidaturas, entre os projetos que representam e entre as “turmas” de cada um. Infelizmente, no quesito mobilidade urbana e transporte não-motorizado, ambos seguem disputando o voto com o zero-zero.
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9 Comments
É isso mesmo caro Luddista!
Postamos quase juntos. Aqui segue meu relato das entrevistas:
http://falansterios.blogspot.com/2008/10/falanstrio-89-quem-sabe-faz-hora-no.html
Luddista,
… A conclusão é muita sugestiva para hoje: “voto com o zero-zero”. agora confirme.
Chegou o dia de votar.
Mais do que nunca hoje e dia de transformar cal;ada em estacionamento.
Como sempre os candidatos até tem uma idéia dos assuntos da cidade, ou boa vontade pelo menos, mas vai passar pelos assessores…
vamos ver depois…
acabei de criar um blog sobre esse tema tb. quando puder, da uma olhada.
valeu
http://oquehaveradepoisdacurva.wordpress.com/
escorregadios, fugindo dos compromissos que desconhecem, mas afirmam saber.
Não confiáveis! Políticos profissionais do mundo moderno. Malditos!
Compromissos com mobilidade sustentável ? Cadê ? E eles sabem o que é isso ? Votaria mesmo é em alguém que levasse aos tribunais esses dois, pela ficha corrida de ambos.
É NULO !
Márcio Campos
parabens pelo site, depois visita o meu tbm
bjos
fe
Belo sitee!!!
Se quiser uma maior divulgação
entre no nosso site e nao deixe de conferir!!
Adicione o seu tbem!!
bjs
One Trackback
[…] Existem diferenças entre as candidaturas, entre os projetos que representam e entre as “turmas” de cada um. Infelizmente, no quesito mobilidade urbana e transporte não-motorizado, ambos seguem disputando o voto com o zero-zero.(…)” grifos nossos. Apocalipse Motorizado […]