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This entry was written by luddista, posted on 13/05/2010 at 13h23, filed under cenas, são paulo and tagged carrocracia, praça. Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.
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12 Comments
Rótula Paulo Eduardo de Morais Bonilha.
O asfalto deve ter comido aos pouco a área de uma praça, como se rói a unha até o limite com a carne.
Pelo menos essa praça não tem grades.
Ah, fala sério.
A prefeitura não vergonha na cara de chamar isso de praça??? pqp
Nossos políticos ainda não compreenderam que o Estado não tem a obrigação de oferecer nem estradas, nem avenidas, nem ruas, nem estacionamentos como forma de resolver o problema do transporte público nas cidades. Taí mais um exemplo de político que “comeu” a praça para abri espaço aos carros. INFELIZMENTE, outro péssimo exemplo de Sampa, nossa “locomotiva” do desenvolvimento! Pena que isto faça de grande parte de sua população um rol de esquecidos, em prol daquela minoria que só se movimenta de carro!
é uma pena que numa cidade tão carente de espaços verdes qualquer resto da malha viária vira “praça”. Será que é pra contabilizar na estimativa da prefeitura? A da foto é a Paulo Eduardo BOLINHA. tenho visto árvores sendo plantadas no centro das rotatórias de trânsito. sinalização “verde” para carros.
Aposto que daqui a pouco neguinho liga pra prefeitura e diz que o mato está tampando as placas, aí vai-se o pouco verde que resta da ‘praça’.
pqp… muda de Pça pra Árvore Paulo Eduardo…
Algum humorista profissional prá bater esta? Isto foi a maior demonstração de humor involuntário que alguém pode suportar. Perderam o respeito mas não a piada! Dale!
pqp… muda de Pça pra Árvore Paulo Eduardo…
boa tiago!
algumas coisas suas eu boto no meu flickr… ler o apocalipse é de grande inspiração diária!
Detalhe que a “praça” tem um pé de placa de Pare frutificado.
Esse espaço ganhou nome em 2006…
http://www3.prefeitura.sp.gov.br/cadlem/secretarias/negocios_juridicos/cadlem/integra.asp?alt=11012006D%20469050000
One Trackback
[…] Fotos deste viaduto, inspiradas nesta “praça”. […]